Ética e Moral

Duas palavras que parecem estar em desuso e démodé, tiradas de tempos remotos onde era comum o acordo à fio de bigode, ou a honra e cavalheirismo, onde a sua imagem perante a sociedade era mais importante que qualquer valor monetário.

Épocas distantes que você não deveria apenas parecer honesto e sim ser honesto, os valores eram passados de pai para filhos e assim por diante.

Encontro nas pequenas coisas à falta de ética e moral, exemplo no transito, na fila de atendimento, no trabalho, nas conversas com as pessoas, nas empresas, na convivência entre pessoas não convém a ninguém falar a verdade, falar claramente, como no ditado popular “colocar as cartas na mesa”.

Algumas vezes me pergunto onde esses princípios foram perdidos pela sociedade?

Quando o ganho e beneficio próprio prevaleceu sobre o todo?

É interessante ver algumas conversas e atitudes de algumas pessoas, passar pela “faixa zebrada” para fugir de um afunilamento de pista é normal, utilizar o recuo ou a faixa do ônibus para ultrapassar carros parados no farol ou transito é normal, utilizar o acostamento, receber troco maior, achar a carteira e ficar com o valor para si, são ações normais, entre muitos e muitos outros exemplos.

Sabe aquele ditado que diz que achado não é roubado? No Japão, não tem nada dessa história. No ano passado, o equivalente a R$ 80 milhões foi perdido nas ruas de Tóquio, e entregue para que a polícia procurasse o dono do dinheiro.

Link: http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2015/03/cerca-de-r-80-milhoes-perdidos-em-1-ano-em-toquio-sao-entregues-policia.html

A grande discrepância é quando é o inverso, quando outro “espertinho” se sobre sai ao primeiro, ai isso se torna um absurdo, uma imoralidade, é sempre mais fácil ver nos outros os erros e mais difícil enxergar os acertos, o oposto vale para ele mesmo, é mais fácil enxergar os acertos de vocês mesmo, do que os seus próprios erros.

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Gosto de ditados, sempre que possível utilizo ditados para reflexão nos workshops e um deles é “Quando você aponta um dedo, tem 3 voltados para você.”

E na área profissional devem prevalecer os bons costumes, os velhos valores, Ética e Moral devem ser um ponto fixo indicando o caminho a trilhar, o profissional de segurança, compliance e risco deve ser um balizador desse caminho, poucas áreas encontrei de forma tão clara e tão enraizado em seu cerne, como pré-requisitos para realização das tarefas e espero que permaneça assim e que possamos servir de exemplo para outros profissionais.

Ricardo Lino

Profissional de Tecnologia da Informação há 17 anos, tendo os últimos 7 anos na área de Segurança da Informação, Risco&Fraude e Compliance, projetando e definindo as melhores soluções, alinhando as melhores práticas de mercado as metas de negócio, provendo transformações internamente e externamente mantendo uma Governança de segurança da informação, gestão de risco para elevar a maturidade das empresas, são o que eu faço melhor.

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