Compliance

O termo compliance tem origem no verbo em inglês to comply, que significa agir de acordo com uma regra, uma instrução interna, um comando ou um pedido, ou seja, estar em “compliance” é estar em conformidade com leis e regulamentos externos e internos.

A busca incessante pelo poder, em especial no aspecto econômico e financeiro, gera relações hipócritas, e a confiança, sistematicamente, é colocada à prova. As pessoas são levadas ao lucro imediato, em função de seu bem estar, que torna-se apenas algo material direcionado aos seus próprios interesses.

Não é raro encontrar pessoas que se subvertem à questões imediatistas nas organizações, que subvertem o seu poder dentro da organização para atender a seus anseios particulares ou mesmo os representantes de organizações que muitas vezes aliciam essas pessoas.

Não é raro encontrar pessoas que questionam “O que eu levo em troca de te indicar?”, “Quanto levo?”, do outro lado “Se você me ajudar, te dou uma comissão.”, “Se o projeto for meu, te dou uma viagem para Las Vegas.” e por ai vai as contra partidas de ambos os lados.

Já tive o desprazer de contatar empresas e a primeira pergunta feita do outro lado da linha ao explicar o projetos por inteiro foi “Quanto você quer levar?”, e a pessoa fica surpresa em ouvir uma resposta do tipo, “Quero que você me entregue um trabalho de qualidade, honrando os prazos e outros compromissos do projeto.”, outros já marcam um café para discutir os “termos” de forma à evitar deixar rastros, “não há nada de mais em um café de negócios, né?”.

Vemos constantemente requisitos de projetos, que apenas aquela empresa consegue atender completamente, e quando olha nos históricos de compras, sempre a mesma empresa ganha a concorrência.

Presentes e outros agrados de menor valor, é preciso que as organizações tomem ciência e cuidado dessas práticas.

É um ledo engano que apenas empresas pequenas possuem esse costume, organizações multinacionais possuem essas praticas, principalmente impostas pela agressividade que os seus representantes são incentivados à conduzir uma negociação, cartões corporativos que chegam a pagar noitadas em bar de estripitize regados a bebidas.

Moral, ética, honestidade, transparência, e integridade são um vetor de cunho pessoal, vamos abordar esse tema em publicações futuras, até a próxima.

Ricardo Lino

Profissional de Tecnologia da Informação há 17 anos, tendo os últimos 7 anos na área de Segurança da Informação, Risco&Fraude e Compliance, projetando e definindo as melhores soluções, alinhando as melhores práticas de mercado as metas de negócio, provendo transformações internamente e externamente mantendo uma Governança de segurança da informação, gestão de risco para elevar a maturidade das empresas, são o que eu faço melhor.

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